terça-feira, 29 de setembro de 2009

Brasília em cores - Parte II

Brasília tem várias faces e procuro ver o que há de mais belo nesta cidade. Enquanto dirijo, cruzo também com Ipês rosas e amarelos.


O Ipê é uma árvore do gênero Tabebuia , pertencente à família das bignoniáceas. Quando perde suas folhas e transforma-se em buquês, a exploção de cores é fascinante!
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Não basta abrir a janela
Não basta abrir a janela
Para ver os campos e o rio.
Não é bastante não ser cego
Para ver as árvores e as flores.
É preciso também não ter filosofia nenhuma.
Com filosofia não há árvores: há ideias apenas.
Há só cada um de nós, como uma cave.
Há só uma janela fechada, e todo o mundo lá fora;
E um sonho do que se poderia ver se a janela se abrisse,
Que nunca é o que se vê quando se abre a janela.
(Alberto Caeiro)
"
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6 comentários:

AMRITA PAKI disse...

E a primavera tá forte na tua vida. Lindas fotos. Parabéns por esse dia também em que floreces mais um botão. Beijos.

Maria José disse...

Elayne. As suas fotos de Brasília estão lindas. Bela homenagem à nossa cidade. Agora, a homenagem é para você. A amizade é um tesouro dado por Deus; é dar e receber atenção e amor, sentir carinho e simpatia por alguém! Ela leva a pessoa a amar, saber escutar, consolar, caconselhar e compartilhar a vida. Vamos cultivar as amizades como essas belas flores. Parabéns pelo seu dia, mais que especial. Beijos.

Maria José disse...

IPÊS DE SETEMBRO
Sempre me encanta a magia deste amarelo, dos ipês mágicos de setembro, que trazem mensagens antecipadas, cifradas, de como será o próximo verão.
Ah! Os ipês e suas mensagens! Tão precioso no que dizem, quanto é impreciso o meu coração...
E é desta imprevisão de cada amarelo, de cada florada, que sempre me iludo, que as cores são sempre iguais, em cada ano, em cada estação?
Torno-me cada vez mais preciso na minha imprecisão de adivinhar se o amarelo é o mesmo, ou não.
Os ipês estão cumprindo sua sina de transformar em beleza a feia esquina, o leito pobre do rio poluído, as calçadas maltratadas, as casas mal cuidadas, e enfeitam sem pudor, a alegria e a dor!
Encanta-me a sua mágica e sabedoria, de deixar cair as flores para marcar o tempo de sua própria beleza!
Mantém-se na plenitude do seu esplendor, e antes de que comece a se perder, doa-nos o seu encanto ainda pleno, para novamente entrar em silêncio, meditando talvez sobre o novo amarelo que irá na próxima florada ao nosso espírito encantar.
(Sávio Roberto Moreira Gomes)

Savio Gomes música&poesia disse...

Olá, Elayne e Maria José:

Fiquei feliz em ver meu modesto poema publicado aqui na sua página!
Achei também interessante que a Maria José seja também minha colega. Também sou psicólogo.
Já andei futucando estas maravilhas literárias publicadas no seu blog! Sensacional!!!
Parabéns!
Sávio Roberto Moreira Gomes

Maria José disse...

Meu caro Savio Gomes, se a Elayne me permite um comentário aqui, você é quem encanta com sua poesia. Parabéns.

Lena disse...

Elayne, que fotos lindas...

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